sábado, 30 de julho de 2011

http://www.youtube.com/watch?v=EKPNAFr8M2w&feature=player_embedded

terça-feira, 19 de julho de 2011

Se você vier pro que der e vier comigo
Eu te prometo o sol se hoje o sol sair
Ou a chuva se a chuva cair.

Se você vier até onde a gente chegar
Numa praça na beira do mar
Um pedaço de qualquer lugar.

Neste dia branco se branco ele for
Esse canto, esse tanto de amor, grande amor
Se você quiser e vier pro que der e vier comigo.

Era mais um dia
Um dia de céu azul
É um dia claro
Um momento raro
Pra quem é do asfalto
O sangue não é azul
Nem vermelho como o sol
É o sangue novo
Que nasceu do pó
Sem dizer a que veio
Se achando o tal
Mas fazendo tudo igual

sábado, 9 de julho de 2011

- Ô mãe, me explica, me ensina, me diz o que é feminina?
- Não é no cabelo, no dengo ou no olhar, é ser menina por todo lugar.
- Então me ilumina, me diz como é que termina?
- Termina na hora de recomeçar, dobra uma esquina no mesmo lugar.

Costura o fio da vida só pra poder cortar
Depois se larga no mundo pra nunca mais voltar

domingo, 27 de março de 2011

Eu sonhava como a feia
Na vitrine
Como carta
Que se assina em vão...

Eu amava
Como amava um pescador
Que se encanta mais
Com a rede que com o mar
Eu amava como jamais poderia
Se soubesse como te encontrar...

sábado, 26 de março de 2011

O que não era pra acontecer aconteceu
Tem momentos que eu me pego pensando em vc

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz (2x)

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero do amor

Fique mais, que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou de bem mais

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz (2x)

Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Fique mais, que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem

Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Sou perigosa, sou macumbeira
Eu sou de paz, eu sou de bem mais

Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz

Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah
Ah ah.ah ah ah ah ah aah

Pra quem nunca dancou

Ai, Ai, Ai
Vanessa da Mata
Composição: Liminha / Vanessa da Mata
Tchunanananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!
Tchunanananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!
Tchunananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!
Tchunanananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!
Tchunanananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!
Tchunanananã!
Ná Nã Nã! Ná Nã Nã! Ná Nã Nã!

Se você quiser
Eu vou te dar um amor
Desses de cinema
Não vai te faltar carinho
Plano ou assunto
Ao longo do dia...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Eu não pareço meu pai
Nem pareço com meu irmão
Sei que toda mãe é santa
Sei que incerteza traz inspiração

Tem beijo que parece mordida
Tem mordida que parece carinho
Tem carinho que parece briga
Tem briga que aparece pra trazer sorriso


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Meu teste

Jenny Schecter

Jenny Schecter

Narcisista, artística, inventiva, exótica e confusa. Seus sentimentos andam há mil quilômetros por hora e seu humor muda com o sopro do vento. Suas maiores qualidades são sua criatividade e uma forte sensibilidade e seus maiores defeitos são sua confusão, o negativismo e seus altos e baixos emocionais.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Bailarina, soldado de chumbo



Dias de luta, dias de Glória

Na minha vida tudo acontece...

Mas quanto mais a gente rala, mais a gente cresce
Hoje estou feliz porque sonhei com você
E amanhã posso chorar por não poder te ver


domingo, 16 de janeiro de 2011

Cheio

Pra quem tem coração cheio
Cheio de vazios que transbordam
Seus sentidos pelo meio
Meio que circunda o infinito
Tão bonito de tão feio
Feio que ensina e que termina
Começando outro passeio

Amor é o nome que se dá
Quando se percebe o olhar alheio
Alheio a tudo que não for
Aquilo que está dentro do teu seio


Uh... Lá do outro lado do céu
Alguém derrama num papel
Novos poemas de amor

Diga aí amigo...
Como vai você?
Estou aqui contigo
E Você também me vê

Às vezes sou seu clone
E você é o meu
Não temos o mesmo nome
Mas nossa vida se perdeu

Em encontros e desencontros
Do mesmo sopro
Que atravessa eu e você

Se estou contigo
É porque estás comigo
E nós não podemos nos perder

E que se dane o mundo, e que se dane tudo
Eu largo tudo tudo, pra poder te ver
E se eu não te vejo
Morro em desejos


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Se o inverno não tem
Então espere o sol vir iluminar o seu lar

Papapa...
Venha ver como é lindo uma preta na roda
Toda se bulindo, Iaiá
O pano da costa do ouro
Cobrindo o colar

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

LENINE.DOC



Ah, se eu vou!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

LENHA (Zeca Baleiro)

Eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer
Eu amo você
Mas não sei o quê
Isso quer dizer...

Eu não sei por que
Eu teimo em dizer
Que amo você
Se eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer...

Se eu digo: Pare!
Você não repare
No que possa parecer
Se eu digo: Siga!
O que quer que eu diga
Você não vai entender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...

Eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer
Eu amo você
Mas não sei o quê
Isso quer dizer...

Eu não sei por que
Eu teimo em dizer
Que amo você
Se eu não sei dizer
O que quer dizer
O que vou dizer...

Se eu digo: Pare!
Você não repare
No que possa parecer
Se eu digo: Siga!
O que quer que eu diga
Você não vai entender
Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...

Mas se eu digo: Venha!
Você traz a lenha
Pro meu fogo acender...(5x)

Pra quem essa música fez parte da sua infância ou adolescência. :'(

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Vamos começar? :D

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

saabe o que é escutar isso todo dia com as pessoas que você ama? :) Não tem preço!

Cazuza - O Tempo Não Pára

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar

Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és


Ouça-me bem, amor
Preste atenção o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos tão mesquinhos
Vai reduzir as ilusões a pó


Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés




sábado, 21 de março de 2009

MESTRE DO SAMBA

O mundo me condena, e ninguém tem pena
Falando sempre mal do meu nome
Deixando de saber se eu vou morrer de sede
Ou se vou morrer de fome
Mas a filosofia hoje me auxilia
A viver indiferente assim
Nesta prontidão sem fim
Vou fingindo que sou rico
Pra ninguém zombar de mim
Não me incomodo que você me diga
Que a sociedade é minha inimiga
Pois cantando neste mundo
Vivo escravo do meu samba, muito embora vagabundo
Quanto a você da aristocracia
Que tem dinheiro, mas não compra alegria
Há de viver eternamente sendo escrava dessa gente
Que cultiva hipocrisia
(Filosofia - Noel Rosa)
como é que ele consegue? rsrsrs

CARTOLA

continuando meu querido Cartola obrigada por fazer essa música em nossa homenagem

Ainda é cedo amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que iras tomar

Preste atenção querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és

Ouça-me bem amor
Preste atenção o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões à pó

Preste atenção querida
Em cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavastes com teus pés
(O mundo é um moinho - Cartola)
(Acontece - Cartola) de cima

Sambas de 1920

essa é para José. rsrsrs que reclama por na escola eu só escutar sambas de 1920! hehehehe

Esquece o nosso amor, vê se esquece.
Porque tudo no mundo acontece
E acontece que eu já não sei mais amar.
Vai chorar, vai sofrer, e você não merece,
Mas isso acontece.
Acontece que o meu coração ficou frio
E o nosso ninho de amor está vazio.
Se eu ainda pudesse fingir que te amo,
Ah, se eu pudesse
Mas não quero, não devo fazê-lo,
Isso não acontece.

GRANDE PARCEIRIA

Quem é homem de bem não trai
O amor que lhe quer seu bem
Quem diz muito que vai, não vai
Assim como não vai, não vem
Quem de dentro de si não sai
Vai morrer sem amar ninguém
O dinheiro de quem não dá
É o trabalho de quem não tem

Capoeira que é bom não cai
Mas se um dia ele cai, cai bem
Capoeira me mandou dizer que já chegou
Chegou para lutar
Berimbau me confirmou vai ter briga de amor
Tristeza, camará

Se não tivesse o amor (2x)
Se não tivesse essa dor (2x)
E se não tivesse o sofrer (2x)
E se não tivesse o chorar (2x)
Melhor era tudo se acabar (2x)

Eu amei, amei demais
O que eu sofri por causa de amor ninguém sofreu
Eu chorei, perdi a paz
Mas o que eu sei é que ninguém nunca teve mais, mais do que eu

Capoeira me mandou dizer que já chegou
Chegou para lutar
Berimbau me confirmou vai ter briga de amor
Tristeza camará
(Berimbau - Baden Power)

GRANDE LETRA

Pra se viver do amor
Há que esquecer o amor
Há que se amar
Sem amar
Sem prazer
E com despertador
- como um funcionário

Há que penar no amor
Pra se ganhar no amor
Há que apanhar
E sangrar
E suar
Como um trabalhador

Ai, o amor
Jamais foi um sonho
O amor, eu bem sei
Já provei
E é um veneno medonho

É por isso que se há de entender
Que o amor não é um ócio
E compreender
Que o amor não é um vício
O amor é sacrifício
O amor é sacerdócio
Amar
É iluminar a dor
- como um missionário
(Viver do Amor - Chico Buarque)

INTERTEXTUALIDADE

Eu não ando só
Só ando em boa companhia
Com meu violão
Minha canção e a poesia

Para viver um grande amor, preciso
É muita concentração e muito siso
Muita seriedade e pouco riso
Para viver um grande amor
Para viver um grande amor, mister
É ser um homem de uma só mulher
Pois ser de muitas - poxa! - é pra quem quer
Nem tem nenhum valor
Para viver um grande amor, primeiro
É preciso sagrar-se cavalheiro
E ser de sua dama por inteiro
Seja lá como for
Há que fazer do corpo uma morada
Onde clausure-se a mulher amada
E postar-se de fora com uma espada
Para viver um grande amor

Eu não ando só,
Só ando em boa companhia
Com meu violão
Minha canção e a poesia

Para viver um grande amor direito
Não basta apenas ser um bom sujeito
É preciso também ter muito peito
Peito de remador
É sempre necessário ter em vista
Um crédito de rosas no florista
Muito mais, muito mais que na modista!
Para viver um grande amor
Conta ponto saber fazer coisinhas
Ovos mexidos, camarões, sopinhas
Molhos, filés com fritas, comidinhas
Para depois do amor
E o que há de melhor que ir pra cozinha
E preparar com amor uma galinha
Com uma rica e gostosa farofinha
Para o seu grande amor?

Eu não ando só
Só ando em boa companhia
Com meu violão
Minha canção e a poesia

Para viver um grande amor, é muito
Muito importante viver sempre junto
E até ser, se possível, um só defunto
Pra não morrer de dor
É preciso um cuidado permanente
Não só com o corpo, mas também com a mente
Pois qualquer "baixo" seu a amada sente
E esfria um pouco o amor
Há que ser bem cortês sem cortesia
Doce e conciliador sem covardia
Saber ganhar dinheiro com poesia
Não ser um ganhador
Mas tudo isso não adianta nada
Se nesta selva escura e desvairada
Não se souber achar a grande amada
Para viver um grande amor!

Eu não ando só
Só ando em boa companhia
Com meu violão
Minha canção e a poesia
(Para Viver Um Grande Amor - Toquinho e Vinicius

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Hino do Politheama


"Politheama, Politheama/ O povo clama/ Por você/ Politheama, Politheama/ Cultiva a fama/ De não perder/ O seu pavilhão/ Tremula sempre de emoção/ Politheama, Politheama/ E ostenta o galardão/ De clube sempre campeão/ Augusto e varonil/ O nosso time verde-anil/ Dá glórias/ Vitórias/ Pra história do meu Brasil"